SÃO PAULO - Dois sinos de igreja foram roubados nos últimos dias de igrejas do Vale do Paraíba, em SP. Mas o ladrão de um deles ficou comovido com a história e devolveu o sino. O ladrão o deixou na rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro, que dá acesso a Campos do Jordão, na tarde desta quarta-feira. Arrependido, ele escreveu um bilhete:
"Estou devolvendo o sino de Santo Antônio do Pinhal, pois sou devoto. A fé faz as coisas impossíveis se tornarem possíveis".
A peça de bronze e ouro é da época do Brasil Imperial e foi levada do topo da torre de 27 metros de altura. E deve ter dado trabalho, já que a escadaria é estreita e a porta da igreja foi aberta sem arrombamento.
O sino foi levado para a delegacia e deve ser devolvido nesta quinta-feira para a Paróquia de Santo Antônio.
fonte: O globo.com
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Papa diz que falsos profetas e ditadores só trouxeram destruição
O papa Bento XVI lamentou neste domingo que, ao longo da história, "muitos profetas, ideólogos e ditadores" se autoproclamaram messias e instauraram seus impérios, ditaduras e regimes totalitaristas, que mudaram o mundo de um modo destrutivo.
"Hoje sabemos que dessas grandes promessas não restou nada mais que um grande vazio e uma grande destruição", ressaltou Bento XVI na homilia que pronunciou durante a missa celebrada neste terceiro domingo de Advento na igreja de São Maximiliano Kolbe, em Roma.
Nos últimos dois ou três séculos, segundo o Papa, muitos profetas, ideólogos e ditadores quiseram assumir o papel do messias.
Segundo o pontífice, essa atitude só gerou "vazio e destruição" no mundo.
fonte: Terra
"Hoje sabemos que dessas grandes promessas não restou nada mais que um grande vazio e uma grande destruição", ressaltou Bento XVI na homilia que pronunciou durante a missa celebrada neste terceiro domingo de Advento na igreja de São Maximiliano Kolbe, em Roma.
Nos últimos dois ou três séculos, segundo o Papa, muitos profetas, ideólogos e ditadores quiseram assumir o papel do messias.
Segundo o pontífice, essa atitude só gerou "vazio e destruição" no mundo.
fonte: Terra
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Relatório holandês registra 1.975 casos de abuso por religiosos
Quase 2 mil pessoas se declararam vítimas de abuso sexual e físico na infância e adolescência enquanto estavam sob os cuidados da Igreja Católica Romana na Holanda, informou uma comissão independente na quinta-feira.
A investigação sobre os abusos que datam de 1945 mostra a Holanda numa posição bem pior que a Irlanda dentro do escândalo que abalou a Igreja Católica na Europa e nos Estados Unidos. O escândalo também forçou o papa Bento 16 a pedir desculpas às vítimas de abuso sexual cometidos por padres católicos.
O relatório da comissão indicada pela igreja foi solicitado pela conferência dos bispos da Holanda depois do aparecimento de casos envolvendo padres pedófilos na Holanda, na Bélgica, na Irlanda, na Alemanha, na Austrália, no Canadá e nos EUA.
"Tenho muito respeito para com as pessoas que se apresentaram, porque se declarar vítima é um grande passo", disse Wim Deetman, ex-ministro da Educação e ex-prefeito de Haia, que está à frente da comissão e é protestante.
Questionado se o relatório poderia fazer pressão para uma mudança geral na hierarquia da Igreja, Deetman afirmou: "É muito cedo para dizer isso. Veremos isso no fim do ano que vem, depois de debater com muitas pessoas. Mas a conferência dos bispos nos pediu para estudarmos responsabilidades administrativas".
O relatório, um estudo preliminar sobre os escândalos, disse que a Igreja não fez o bastante para ajudar as vítimas e pediu que ela criasse um sistema eficaz de compensações, uma organização especial para ajudar as vítimas e ação disciplinar da Igreja, caso necessário.
Líderes do grupo católico Help and Justice, que vinha tratando até agora dos casos de abuso relatados à Igreja, ofereceram sua renúncia depois de o relatório afirmar que o grupo "não é uma organização assistencial".
A Igreja da Holanda e a Conferência das Ordens Religiosas no país agradeceram a Deetman pelo relatório e afirmaram que "o número de relatos requer uma investigação completa", com a qual vão cooperar amplamente. Eles pediram que Deetman prossiga com suas investigações.
A comissão seguirá até o fim de 2011 para verificar se as recomendações foram implementadas. "Temos uma lista de perpetradores e estamos conversando com alguns deles", acrescentou Deetman.
Deetman afirmou que as organizações da Igreja esperaram muito tempo para tomar uma atitude profissional frente as queixas de abuso.
fonte: Estadão
A investigação sobre os abusos que datam de 1945 mostra a Holanda numa posição bem pior que a Irlanda dentro do escândalo que abalou a Igreja Católica na Europa e nos Estados Unidos. O escândalo também forçou o papa Bento 16 a pedir desculpas às vítimas de abuso sexual cometidos por padres católicos.
O relatório da comissão indicada pela igreja foi solicitado pela conferência dos bispos da Holanda depois do aparecimento de casos envolvendo padres pedófilos na Holanda, na Bélgica, na Irlanda, na Alemanha, na Austrália, no Canadá e nos EUA.
"Tenho muito respeito para com as pessoas que se apresentaram, porque se declarar vítima é um grande passo", disse Wim Deetman, ex-ministro da Educação e ex-prefeito de Haia, que está à frente da comissão e é protestante.
Questionado se o relatório poderia fazer pressão para uma mudança geral na hierarquia da Igreja, Deetman afirmou: "É muito cedo para dizer isso. Veremos isso no fim do ano que vem, depois de debater com muitas pessoas. Mas a conferência dos bispos nos pediu para estudarmos responsabilidades administrativas".
O relatório, um estudo preliminar sobre os escândalos, disse que a Igreja não fez o bastante para ajudar as vítimas e pediu que ela criasse um sistema eficaz de compensações, uma organização especial para ajudar as vítimas e ação disciplinar da Igreja, caso necessário.
Líderes do grupo católico Help and Justice, que vinha tratando até agora dos casos de abuso relatados à Igreja, ofereceram sua renúncia depois de o relatório afirmar que o grupo "não é uma organização assistencial".
A Igreja da Holanda e a Conferência das Ordens Religiosas no país agradeceram a Deetman pelo relatório e afirmaram que "o número de relatos requer uma investigação completa", com a qual vão cooperar amplamente. Eles pediram que Deetman prossiga com suas investigações.
A comissão seguirá até o fim de 2011 para verificar se as recomendações foram implementadas. "Temos uma lista de perpetradores e estamos conversando com alguns deles", acrescentou Deetman.
Deetman afirmou que as organizações da Igreja esperaram muito tempo para tomar uma atitude profissional frente as queixas de abuso.
fonte: Estadão
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
São José
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| São José com o menino Jesus de Guido Reni |
Segundo a tradição, José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria, mãe de Jesus, que era uma das consagradas do Templo de Jerusalém, e passou a morar com ela e sua família em Nazaré, uma localidade da Galiléia. Segundo a Bíblia, era carpinteiro de profissão, ofício que teria ensinado seu filho.
O Evangelho de Lucas atesta que o imperador Augusto ordenou um recenseamento em todo o Império Romano, que na época incluía toda a região, e a jovem Maria e seu esposo José se dirigiram a Belém, por ambos serem da Tribo de Judá e descendentes de Davi. Nessa época, reinava na Judéia Herodes, o Grande, monarca manipulado pelos romanos, célebre pela crueldade.
O texto do Evangelho deixa claro que José era o pai legal e certo de Jesus, pelo que (Mateus 1) é através de José que é referida a ascendência de Jesus até Davi e Abraão, embora o texto deixe inequívoco que ele não foi o pai biológico de Jesus. José quando encontrou Maria grávida "sem antes terem coabitado", "sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente", quando na época a lei bíblica vigente (Deuteronômio 22) prescrevia a lapidação (morte por pedradas) das adúlteras. Eis que, então, enquanto José dormia, apareceu-lhe, em sonho, um anjo que pede-lhe que não tema em receber Maria como sua esposa, "pois o que nela foi gerado é do Espírito Santo", passagem normalmente interpretada pelos cristãos como uma concepção sem necessidade de uma participação masculina e, desde que se a suponha também virgem, de uma concepção virginal (já por tradições judaicas, Jesus é referido como "mamzer", algo como bastardo). De qualquer forma, portanto, o Evangelho não deixa dúvidas de que não é "pela carne" que Jesus herda os títulos messiânicos de "filho de Davi" e "filho de Abraão" com o que Mateus abre o Novo Testamento.
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domingo, 5 de dezembro de 2010
Oração a Santo Afonso - (1 de agosto)
Ó glorioso padroeiro Santo Afonso, Tu, que com fé e as virtudes imitaste Jesus Cristo no serviço aos pobres e abandonados, aumenta nossa sensibilidade, ilumina nossa mente e fortalece nossa vontade para cooperarmos com Cristo na obra da Redenção.
Tu, que és exemplo espiritual para o nosso viver, dá-nos o ardor de teu zelo, para que sejamos uma paróquia redentorista missionária.
Sustenta-nos no caminho da santidade.
Consola os aflingidos pela dor, protege os idosos, ilumina os jovens e guarda as crianças.
Abençoa a Congregação Redentorista e intercede pelas vocações.
Pede a Maria por nós, para que sejamos discípulos fiéis do Redentor.
Amém.
fonte: PortalBaw
De volta ao catolicismo
Conhecido por milhões de brasileiros, Padre Zezinho, scj, é um admirável catequista. Como ele mesmo se declara, é aquele que vai à fonte, enche o balde com o conteúdo já armazenado e devidamente purificado pelos papas, bispos, doutores e mestres e o distribui ao povo em linguagem simplificada, que qualquer um pode entender. "Eu transcrevo a teologia para ouvidos não acostumados à profundidade dos mestres", diz ele. Este seu novo livro é prova disso. Trata-se de um trabalho de fôlego, denso, mas de apelo popular e fácil leitura. Seu objetivo é analisar e motivar o comportamento de um católico a partir das doutrinas e das ênfases que este fiel assume - o que o autor chama de "catequese comportamental" ou de "catequese de atitudes". Parte do princípio de que os crentes agem a partir do que ouvem, de quem ouvem, com quem comungam e dos livros que leram. Padre Zezinho analisa demoradamente o jeito de uma pessoa que parou de procurar porque, satisfeita, segue todos os dias pelo mesmos trilhos, confundindo eventuais mudanças com desvios e abandonos do rumo. Ele oferece, então, novidades em termos de conteúdo, autores, enfoque, pastoral, ecumenismo e catequese, mas sempre mantendo a ortodoxia. Como era de se esperar, é uma obra bastante provocadora. Segue as proposições do Documento de Aparecida, que sugere a retomada da apologética sem que se perca o respeito pelo outro, e a linha do "crer em Cristo hoje, buscar o Cristo de sempre e anunciá-lo em linguagem de agora". Traz muitas interrogações e exclamações, insistindo numa Igreja menos intuitiva e instintiva e mais pensativa e reflexiva. Sugere que os "piedosos" e "estudiosos" caminhem juntos, um enriquecendo o outro com sua experiência de fé. Destina-se ao católico que deseja situar-se diante de uma sociedade que faz de tudo para sitiá-lo e arrancá-lo da fé católica; àqueles que mudaram de religião e pensam em voltar ao Catolicismo; aos irmãos de outras Igrejas que tenham interesse em conhecer um pouco mais sobre o Catolicismo.
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Catolicismo
Catolicismo (do grego καθολικος, translit.: katholikos; com o significado de "geral" ou "universal") é um termo amplo para o corpo da fé católica, a sua teologia, doutrinas, liturgia, príncipios éticos, e características comportamentais, bem como um povo religioso como um todo.[1] O termo catolicismo é "usado geralmente para uma experiência específica do cristianismo compartilhada por cristãos que vivem em comunhão com a Igreja de Roma."[2] Muitos dos principais credos (definições de fé semelhantes a preces) cristãos, nomeadamente o Credo dos Apóstolos e o Credo Niceno utilizam este termo.
No seu sentido mais estreito, o termo é usado para referir-se a Igreja Católica Romana, formada por 23 igrejas sui iuris que estão em comunhão total com o Papa, e possuí mais de um bilhão de fiéis[3] (ou seja, mais de um sexto da população mundial[4] e mais da metade de todos os cristãos[5]). As suas características distintivas são a aceitação da autoridade e primado do Papa, o Bispo de Roma. No entanto outras igrejas também afirmam ser "católicas", como a ortodoxa, e as igrejas não-calcedonianas, a Igreja Assíria do Oriente, a Velha Igreja Católica e as igrejas da Comunhão Anglicana.[6]
fonte: Wikipedia
No seu sentido mais estreito, o termo é usado para referir-se a Igreja Católica Romana, formada por 23 igrejas sui iuris que estão em comunhão total com o Papa, e possuí mais de um bilhão de fiéis[3] (ou seja, mais de um sexto da população mundial[4] e mais da metade de todos os cristãos[5]). As suas características distintivas são a aceitação da autoridade e primado do Papa, o Bispo de Roma. No entanto outras igrejas também afirmam ser "católicas", como a ortodoxa, e as igrejas não-calcedonianas, a Igreja Assíria do Oriente, a Velha Igreja Católica e as igrejas da Comunhão Anglicana.[6]
fonte: Wikipedia
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